quarta-feira, 13 de junho de 2018

CORTEJO MARCA O DIA MUNDIAL DE COMBATE AO TRABALHO INFANTIL EM GUAMARÉ

Ontem (12), foi comemorado em Guamaré o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil, Guamaré demarca a data realizando o Cortejo Não proteger a infância é condenar o futuro, uma ação promovida pela Secretaria de Assistência Social, CRAS, CREAS, com participação dos jovens do NUCA, envolvendo alunos das escolas de baixa do meio e centro.

O Cortejo que teve por título “Não proteger a criança é condenar o futuro”, contou com a participação do NUCA apresentando a esquete “Trabalho infantil não tem graça” que tinha a finalidade de sensibilizar a comunidade escolar sobre essa problemática, fazendo o público refletir se o trabalho infantil está presente no cotidiano de crianças e adolescentes atendidos nas políticas públicas. Pela manhã nas escolas Estadual Nádia Maria Câmara e a Escola Municipal Maia Madalena da Silva e a tarde na escola Municipal Bemvinda Nunes Teixeira. Em todas elas, foi escolhida uma turma de alunos para apresentar através de exposição de cartazes a temática do trabalho infantil, e após as exposições os alunos saíram pelas ruas acompanhando o cortejo.

As crianças e jovens do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vinculos-SCFV tiveram também uma participação relevante nas atividades e dinâmicas voltadas para o tema, sendo discutidos assuntos a exemplo da importância dos estudos e as consequências do trabalho infantil.

Na Rádio Comunitária Maranata, foi realizado um bate papo com as Técnicas do Centro de Referência Especializado de Assistência Social – CREAS, Marilia Cleyner (Psicóloga) e Nivea Karla (Assistente Jurídica) esclarecendo a população ouvinte sobre o que é o trabalho infantil. As técnicas informaram que o CREAS é um órgão da Assistência Social que busca identificar, notificar e acompanhar crianças e suas famílias vítimas dessa violação de direitos. Alertaram a população a cerca dos riscos de exposição de crianças e adolescentes ao trabalho infantil, enfatizando os problemas físicos e psicólogos, e as possíveis penalidades que os pais e/ou responsáveis e contratantes da mão de obra barata advinda do trabalho infantil venha a sofrer.






























































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